terça-feira, 21 de maio de 2013
Mas eu não choro mais por você toda noite, não penso mais em você, e nem mesmo penso em nós dois juntos, mais não me preocupo mais com você, e nem peço pra me ligar quando chegar em casa, não te desejo como antes, não te imagino do meu lado, não te mando mais mensagens dizendo que te amo, e nem que me sinto tão bem perto de você, não são mais suas mensagens que fazem eu sorrir, você me tinha e hoje não mais. - Jaqueline Soares

...

"Aprendi que se aprende errando. Que crescer não significa fazer aniversário. Que o silêncio é a melhor resposta quando se ouve uma bobagem. Que trabalhar significa não só ganhar dinheiro. Que amigos a gente conquista mostrando o que somos. Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim. Que a maldade pode se esconder atrás de uma bela face. Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura ela. Que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada. Que a natureza é a coisa mais bela na vida. Que amar significa se dar por inteiro. Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos. Que se pode conversar com estrelas. Que se pode confessar com a lua. Que se pode viajar além do infinito. Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde. Que dar carinho também faz… Que sonhar é preciso. Que se deve ser criança a vida toda. Que nosso ser é livre. Que Deus não proíbe nada em nome do amor. Que o julgamento alheio não é importante. Que o que realmente importa é a paz interior. E finalmente, aprendi que não se pode morrer, pra se aprender a viver."

#Passoapasso: como fazer um rabo de cavalo retrô


Dê um toque vintage ao seu rabo de cavalo tradicional! É só fazer um voluminho no alto da cabeça. Olha como é fácil:
rabo-de-cavalo-retro_passos
1. Comece dividindo o cabelo: deixe a parte da frente solta e separe uma mecha grossa no topo da cabeça, na região da coroa. É com esse cabelo que você vai fazer o voluminho atrás.
2. Divida essa mecha em pequenas partes e desfie cada uma delas, penteando os fios de cima para baixo com um pente fino. Quanto mais você desfiá-los, maior será o topetinho.
3. Cubra o desfiado com os fios soltos da frente, fazendo um montinho atrás. Faça um rabo de cavalo alto e passe spray. Se precisar, ajeite o voluminho com o cabo do pente.
No truque: para manter o topete bem firme, dá também para prender a parte desfiada com grampos e só depois fazer o rabo de cavalo.
Curtiram esse rabo de cavalo? Perfeito para deixar o penteado chique para uma festa, né? 

“Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam!”


A leitora F.G., 14 anos, contou que sofreu muito quando foi vítima de bullying na escola. Ela lembra que ficou decepcionada com as pessoas que antes diziam-se suas amigas.
“Sempre tive a mesma turma na sala de aula. Mas, quando  crescemos e chegamos no colegial, as coisas começaram a mudar. As pessoas criaram apelidos ofensivos sobre mim, a respeito da minha cor, minha altura e do número que eu calço… Até aqueles que considerava meus amigos me zoavam! Eu não aguentei mais sofrer aquelas humilhações e contei para a minha mãe. Fora do horário de aula, ela foi até a escola e conversou com a diretora sobre o que eu estava enfrentando. Bastou chamar os responsáveis para que, depois de muito negarem, confessasem as agressões verbais. Depois desse dia, tudo melhorou. Por isso, se você está vivendo a mesma situação, enfrente o problema e não se deixe abalar!”
Segundo a psicóloga Fernanda Santini Franco, procurar ajuda evita que o bullying cause  maiores traumas: “Se ignorado, os danos psicológicos  causados pelo bullying podem ser permanentes e capazes de interferir no desenvolvimento e na constituição de identidade”, explica. Ela aconselha que qualquer prática seja denunciada e ainda reforça a importância da família: “O adolescente que conta com o suporte familiar pode pedir ajuda para lidar com o bullying e, assim, terá mais apoio para superar este momento”.
Se você passa por um problema como este, não tenha medo de pedir ajuda. É muito importante que você não se deixe abater por esse tipo de agressão.

4 motivos para assistir ao documentário “Bully”


Documentário "Bully"
documentário “Bully” estreou no começo do ano nos EUA, mas chegou ao Brasil apenas na última semana. Dirigido por Lee Hirsch, o filme vem causando polêmica por mostrar de forma tão dura e pesada a realidade das crianças que sofrem bullying nas escolas americanas. Além do filme ser ótimo, você precisa assistir porque:
1. Ele acompanha por um ano a vida de crianças que sofrem bullying.
Lee Hirsch acompanhou mesmo os adolescentes da cidade de Sioux City, nos EUA, durante um ano inteiro. Ele filmou todos os momentos de angústia, sofrimento, xingamentos e agressões físicas. Além da falta de apoio de alguns pais e até consequências muito graves, como o suicídio de uma delas. Hirsh conseguiu provar seu ponto de vista, que o bullying virou uma epidemia nas escolas americanas.

2. Ele mostra outros problemas além do bullying.
A adolescente Kelby, de 15 anos, é lésbica e assumiu isso para toda a população da sua pequena cidade. Desde então ela sofre não só com o bullying dos colegas na escola, mas também com o preconceito de professores, vizinhos e conhecidos. Em um dos momentos mais revoltantes do longa, Kelby relata a distinção feita em tom de brincadeira por um professor, que lista os alunos por gênero durante a chamada: “garotos antes, depois garotas, em seguida Kelby”.

3. Ele busca encontrar uma solução para o problema.
Focado no depoimento dos participantes, o documentário tenta apontar uma solução concreta para o problema durante um debate organizado pelos pais de Tyler Long (um garoto que cedeu à pressão e acabou se suicidando). Uma fiscalização mais rígida dentro do sistema educacional norte-americano por parte dos pais e professores, e estímulo a um ambiente em que os jovens se sintam à vontade para relatar o que sofrem estão entre algumas ideias.

4. Ele mostra que bullying não é frescura.
A história principal do filme é a de Alex, um estudante de 12 anos que diariamente é ignorado e xingado na escola. Mas o pior momento para ele são os empurrões e socos dentro do ônibus escolar. O mais revoltante é que os pais do menino não acreditam no que acontece e ainda ficam bravos porque ele não sabe se defender. Só depois de assistir as cenas gravadas com uma câmera escondida é que eles percebem que a vida do filho é um inferno. O documentário também mostra o quão perigosas são as agressões desse tipo, que levaram um menino ao suicídio e outra garota a apontar uma arma para os colegas. =/

Assista ao documentário e leve seus amigos junto! Para saber mais sobre o filme, acesse o site The Bully Project.
domingo, 19 de maio de 2013

Qual é o seu tipo de cacho?


Reconhecer o seu tipo vai te ajudar a descobrir do que eles precisam e, assim, cuidar melhor deles! São três os tipos principais:
Molinha
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Como identificar: é muito enrolado (desde a raiz) e tem bastante volume.
Quem tem: Leigh-Anne Pinnock e Madison Pettis.
Corte ideal: bem desfiado (pode ser a navalha ou com tesoura) para tirar o volume e com leves camadas para definir os cachos.
Como arrumar: desembarace os fios molhados com um pente de madeira (evite os de plástico, que deixam os fios elétricos) e aplique um leave-in cremoso no comprimento. Seque o cabelo amassando-o com as mãos. Separe mechas largas e enrole-as com os dedos para fora, das pontas à raiz. Prenda os rolinhos com grampos. Deixe assim por meia hora e solte com cuidado para não desmanchar as ondas.
Pirâmide
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Como identificar: tem pouco volume na raiz, mas as pontas são mais enroladas, indefinidas e armam com facilidade.
Quem tem: Lua Blanco e AnnaLynne McCord.
Corte ideal: repicados com camadas bem suaves a partir do queixo. Assim, o corte vai dar leveza às pontas e distribuir melhor o volume.
Como arrumar: passe uma musse nos cabelos ainda úmidos. Faça uma escova, levantando a raiz. No comprimento, use um babyliss grosso. Separe mechas de dois dedos de largura, enrole-as no aparelho posicionado na vertical, espere alguns segundos e solte. Para deixar os cachos mais naturais, alterne, enrolando mechas para dentro e para fora. Finalize com spray seco.
Macarrãozinho
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Como identificar: os fios são bem finos e as mechas superenroladas, mas tem pouco volume.
Quem tem: Paula Fernandes e Aly Michalka.
Corte ideal: repicado e em camadas bem visíveis, para dar volume e movimento. Esse corte funciona, pois não deixa o formato do cabelo muito arredondado nem murcho demais.
Como arrumar: aplique um ativador de cachos (em gel, para não pesar) e amasse os fios. Seque com secador com bico difusor. Jogue a cabeça para a frente e encoste o cabelo dentro do bico. Leve o aparelho até próximo da raiz, sem encostar na cabeça para não se queimar. Só tire o secador quando as mechas estiverem bem secas. Arrume os fios com as mãos e aplique um pouco de sérum no comprimento.
E aí, qual é o seu tipo de cacho, hein?

Achei & Rabisquei

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